Quando utilizar super ligas e materiais mais nobres

A constante evolução dos meios de fabricação, que levam ao limite as propriedades estruturais dos materiais que compõem as plantas industriais, exige cada vez mais de especialistas em engenharia de materiais em explorar o seu conhecimento, analisando de forma crítica essas necessidades.

Desta forma, para auxiliar nessas avaliações, temos que fazer uma série de considerações entre as classes de aplicações de metais, que podem ser divididas de forma bem sucinta em quatro: solicitações mecânicas, meios corrosivos, temperatura extremas e desgastes abrasivos.

banner_linkedinAssim, se a variável mais crítica do processo for a aplicação em meios corrosivos, pode-se utilizar aços inoxidáveis da linha 300 para os casos onde ela não é tão agressiva. Porém, a medida que a agressividade do meio aumenta, a opção deverá ser por ligas especiais como a família dos inoxidáveis tipo Duplex, Super-Duplex, Hiper-Duplex ou materiais das famílias das Super Ligas de Níquel como o Hastelloy®, Haynes®, Monel®, Titânio, Nióbio.

Para as aplicações em temperaturas críticas, o patamar de trabalho deverá ser bem observado, onde, em elevadas temperaturas constante, podemos partir a aplicação com o AISI 310, AISI 316, AISI 316Ti , AISI 321 chegando em casos de temperaturas mais elevadas, ou com variações cíclicas de aquecimento e resfriamento com a utilização das Super Ligas de Níquel do tipo Inconel®. Para aplicações criogênicas podemos pensar no 17-4PH, por exemplo.

Já para os casos de desgaste abrasivo combinado com impacto, devem ser utilizados os conhecidos aços-manganês austenítico, ou Aço Hadfield que tem como um dos mais resistente deles o Creusabro®.

Ainda existem as situações com algumas das situações mencionadas acima combinadas, mas tratamos desse assunto em outra ocasião.

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